O Bison Bank, um banco português especializado em serviços de private banking, gestão de património, custódia e banca de investimento, anuncia hoje um conjunto de 3 iniciativas estratégicas que visam reforçar a sua liderança na inovação financeira: i) a fusão por incorporação da sua subsidiária de criptoativos, a Bison Digital Assets (BDA), ii) o desenvolvimento da capacidade de tokenização de ativos do mundo real (Real World Assets, RWA), e iii) o lançamento de uma stablecoin própria em 2026, a primeira a ser emitida por um banco em Portugal.
Estas iniciativas surgem num momento em que a BDA celebra o seu terceiro aniversário e têm como objetivo reforçar a proposta de valor do banco para a sua base de clientes global, que se estende por mais de 140 países. Refletem ainda o alinhamento do banco com o novo enquadramento regulatório europeu para o mercado de criptoativos (Markets in Crypto-Assets, MiCA), recentemente publicado em Portugal.
Integração impulsionada pelo novo enquadramento MiCA
A base da estratégia é a fusão por incorporação da Bison Digital Assets (BDA) na estrutura principal do Bison Bank. Desta forma, os serviços de depósito, transferência e troca de criptoativos, atualmente prestados pela BDA, passarão a fazer parte da oferta direta do Bison Bank.
“A integração da BDA no Bison Bank é um movimento natural, impulsionado pelo novo quadro regulamentar MiCA, que prevê a possibilidade de os bancos exercerem atividade com criptoativos” – esclarece António Henriques, CEO do Bison Bank.
Este passo reforça o posicionamento estratégico do banco na inovação e na tecnologia, e, reforça António Henriques, “está a ser conduzido com o máximo rigor e em total alinhamento com o compromisso da instituição com a transparência e a segurança de todos os intervenientes formais”.
O regulamento europeu MiCA (Markets in Crypto-Assets) que autoriza as instituições de crédito a oferecerem diretamente serviços com criptoativos, viu a sua transposição para o contexto português com a recente aprovação da Lei n.º 69/2025, de 22 de dezembro e está neste momento nos trâmites finais da sua implementação. Assim que estiver concluído, o Bison Bank assegurará a transição da licença em total conformidade com o novo enquadramento.
Capacidade para tokenização de ativos reais
O Bison Bank anuncia também, que já dispõe da tecnologia e do know-how necessário para avançar com a tokenização de ativos do mundo real (RWA ou Real World Assets). A tokenização, enquanto processo de criação de uma ‘representação digital’ (token) de um ativo numa blockchain, é análoga à compra de uma ação de uma empresa, e permite que um ativo como um edifício ou um fundo de investimento seja transformado ou ‘dividido’ em frações digitais.
Esta tecnologia permite não só, democratizar o acesso a investimentos de valor elevado ao reduzir a barreira de entrada, como também aumentar e democratizar a capacidade de atrair liquidez para esses ativos, tornando-os mais fáceis de transacionar. Novas oportunidades de investimento antes reservadas a grandes investidores tornam-se acessíveis a um público mais amplo, incluindo clientes individuais, graças à tokenização. Para além disso, o registo em blockchain confere maior transparência e segurança a todo o processo. Numa fase inicial, o Bison Bank focará esta nova capacidade nos setores do imobiliário e de fundos de investimento.
Lançamento da primeira stablecoin portuguesa
Durante 2026, o banco planeia ainda lançar a sua própria stablecoin. É a primeira a ser emitida por uma instituição bancária em Portugal. Através deste ativo digital, desenhado para se manter estável através da indexação à moeda fiduciária, o Bison Bank conseguirá melhorar a eficiência dos pagamentos transfronteiriços, reduzir custos e acelerar transações internacionais dos seus clientes. A iniciativa posiciona o Bison Bank como pioneiro na adoção de tecnologia blockchain para modernizar infraestruturas de pagamento e alinha a instituição bancária portuguesa com as melhores práticas regulatórias e de inovação a nível global.
“O nosso ADN é global. Servimos clientes em mais de 140 países e o nosso dever é eliminar as barreiras que os separam das suas oportunidades de investimento,” afirma António Henriques. “A fusão da BDA, a tokenização de ativos e o lançamento da primeira stablecoin bancária portuguesa não são apenas passos tecnológicos; são a materialização da visão do banco de construir uma ponte real entre as finanças tradicionais e a economia digital. Estamos a criar o banco do futuro, hoje, de forma regulada e segura. Vamos oferecer aos nossos clientes – sejam eles investidores internacionais, clientes portugueses que procuram uma plataforma global para diversificar os seus investimentos ou clientes nativos digitais – soluções transfronteiriças mais eficientes, transparentes e seguras.”

